Se não retirar o lixo, os ratos voltam…

Como todos os meus textos, não tenho a menor pretensão de ser “lida” como verdade absoluta, apenas quero te fazer refletir…

Quantos anestésicos você tomou no último mês? Quantos repelentes usou? Até quanto vai usar paliativos para essa sua dor crônica?

Pensa numa casa cheia de lixo, pensa no odor… Em vez de retirar o lixo, você usa “bom ar”; coloca ratoeiras, usa repelentes, e vai “tapeando” até quando der. A ilustração parece ridícula não é mesmo? Mas é o que a maioria de nós fazemos todos os dias com a nossa própria vida.

É mais cômodo fingir que não viu aquela pessoa, do que ligar e pedir perdão, ou melhor, dizer: eu te perdoo.

“Devo e não nego, pago quando puder”, mas por que você não para de comprar e negocia sua dívida?

Tem ido à farmácia como no supermercado, não é mesmo? E ao médico, quando vai?

Rancores, ódio, dores, incertezas, egoísmo, vaidades. Lixos acumulados na alma da gente que já nos acostumamos, nos acomodamos! Os paliativos servem para dizer: “Está ruim, mas nem tanto, dá para esperar mais um pouco”. Uma mentira que nos conforta, mas os ratos estão ali, entorno, esperando uma brecha para te atacar, afinal o lixo você até agora não decidiu tirar.

Suscetível a uma depressão, a perder alguém importante sem a chance de uma reconciliação… Se não retirar o lixo, os ratos voltam! É necessário resolver o foco do problema, mudar os velhos hábitos, ter coragem para o novo, reaprender com a simplicidade de uma criança, a não deixar para depois aquilo que deveria ter sido resolvido ontem.

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