A hipersexualização da mulher negra

Faz tempo que estou para falar sobre o assunto. A hipersexualização da mulher negra não é algo evidente apenas no “carnaval carioca”, mas em todo tempo, em todos os meios! Contudo, pior do que o rótulo de “mulata tipo exportação” é ver crianças, adolescentes (e aqui digo negras e não negras), principalmente de áreas periféricas, se hipersexualizando por acharem que assim, vão ser queridas, desejadas ou no deturpado pensamento de alguns… “empoderadas”.

Conta-nos Gilberto Freyre em Casa-grande & senzala que, havia um ditado corrente no Brasil patriarcal a respeito das mulheres: “branca para casar, mulata para foder e negra para trabalhar”.  

Ps. pensei em “amenizar” a frase, mas decidi deixar na íntegra pois não “amenizam” nossa dor, não é mesmo? Agora diga-me, mulher de 2017, sinceramente, esse ditado do Brasil patriarcal, mudou algo hoje em dia? (Deixa sua resposta nos comentários, por favor).

Eu poderia relatar vários casos aqui… Exemplo a “Globeleza“, que no último carnaval apareceu coberta, para surpresa de todos. A mulata tipo exportação para gringo ver, veio repaginada este ano. Houve comemoração por parte de mulheres que se sentiam aviltadas com o que consideravam “objetificação do corpo feminino”, houve quem considerasse a decisão da emissora um reflexo de uma onda conservadora no país, ou seja, uma linha muito tênue que separa a hipersexualização da liberdade de expressão.

Nas zonas nobres da cidade do Rio, mulher negra “do corpão” andando na orla da praia, é constantemente abordada por gringos como prostituta. Por que será? Uma cultura infeliz enraizada em nosso país, e ainda  há quem diga que esse assunto é “mimimi”.

Propaganda alvo de ação judicial teve por unanimidade a seguinte decisão: “Com base no raciocínio que construí, entendo que a propagada apresentada não se inclui como ofensiva ou discriminatória”. Pasmem!

A sensação é de impotência, surreal manas! Vemos nossos corpos negros expostos como objeto de desejo, e a “justiça” diz que “está certinho”, “sem problema algum”. Como está escrito na primeira imagem:  “Não deixem que te façam pensar que o nosso papel na pátria é atrair gringo interpretando mulata“. Preta, se você tem “corpão”, “bundão”, que bom! Mas você é bem mais que isso viu?!

Num outro cenário não tão distante, observo crianças e adolescentes, tendo sua infância erotizada, a maioria negras e de regiões periféricas, sendo bombardeadas diariamente por conteúdos que as fazem se hipersexualizarem, muitas vezes apoiadas ou incentivadas pelos próprios pais.

As meninas, por outro lado, são incitadas a se hipersexualizarem para chegarem a uma feminilidade hegemônica”  diz Maria Luiza Heilborn, professora do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ou seja, o recado da mídia é: quando mais “gostosa” a mulher for, mas poder ela terá.

É deprimente! As consequências são bem mais profundas do que se espera, não trata-se apenas de crianças vestidas como adulto ou um adolescente com roupas excessivamente sensuais, é todo um despertar psíquico e comportamental de forma PRECOCE para uma vida sexual, por exemplo. 

Não é a violência que cria a cultura, mas é a cultura que define o que é violência. Ela é que vai aceitar violências em maior ou menor grau a depender do ponto em que nós estejamos enquanto sociedade humana, do ponto de compreensão do que seja a prática violenta ou não”, diz Luiza Bairros, doutora em Sociologia pela Universidade de Michigan e ex-ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir).

Pais, tenham cuidado com seus filhos, eles tem vocês como o primeiro exemplo.

Não tive a pretensão de esgotar o assunto, mas o trazer à tona para que possamos juntos refletir… Vamos ter consciência de que nosso corpo não é bagunça e que nossas crianças tem direito de serem crianças! Não incentive nem permita que essa infância seja deturpada, que a “inocência” seja precocemente extinta, por favor.

 

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Casa 1: gerada pela ausência do seu amor

Já ouviu falar na casa 1? Os motivos que levaram a criação dela, destruíram meu coração.

Na foto Iran Giusti (barba) e Otávio Salles (camiseta verde) – coordenadores da casa – Foto: NILTON FUKUDA

Casa 1 é uma casa de acolhimento para LGBTs expulsos de casa, que funciona em um sobrado no bairro de Bela Vista, São Paulo/SP. Entre os moradores há vítimas de violência física e psicológica, pessoas que foram ameaçadas de morte por vizinhos ou pela própria família.

O Projeto nasceu de um financiamento coletivo, uma iniciativa totalmente voluntária, sem qualquer patrocínio público ou privado.

Segundo Otávio, um dos idealizadores, o intuito é proporcionar aos residentes oportunidades que geralmente lhes são negadas por conta do preconceito. Cada pessoa acolhida pode permanecer por até 3 meses na casa, período que pode ser estendido conforme as necessidades individuais. Durante o período de acolhimento, a pessoa recebe atendimento individual, suas necessidades são entendidas e busca-se ajuda de voluntários que possam auxiliá-la. Os próprios moradores são responsáveis pela comida, limpeza e cuidados com a casa, que funciona como uma república.

Daí eu fiquei pensando… Meu Deus! Eram para essas pessoas estarem com seus pais, com sua família. Acolhidos em amor, respeito e compreensão.

Acredito que ninguém é obrigado a concordar com a forma que o outro leva a vida, mas com toda certeza devemos respeitar. Isso é cidadania, consciência de que não moramos em uma bolha (em tese), e sim em sociedade. Vivemos num Estado democrático de direito, mas em muitos lares a ditadura permanece, infelizmente.

Cara, é cruel! E o que mais fiquei indignada foi saber que a grande parte dos moradores da Casa 1 são filhos de “pastores“. Mas que pastores são esses que nem mesmo seus filhos apascentam, amam? Qual foi a ovelha que Cristo rejeitou? Nem mesmo Seus traidores.

A hipocrisia que hoje transborda as igrejas, tem feito mais vítimas que o “poder paralelo” no país. A palavra de muitos pais só faz segregar, deprimir, matar seus filhos.

Tenho vontade de abraçar essas pessoas e dizer: ei, Jesus te ama! A tua expulsão de casa, nada tem a ver com Ele. O amor de Deus, o amor Ágape ensinado em Sua Palavra JAMAIS contemplaria qualquer atitude desumana.

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 1 Coríntios 13:1-7

Veja bem, esse post tem uma única pretensão: questionar o “amor” dessas famílias, desses pais. Questionar o meu, o seu amor pelo próximo. Sinto-me envergonhada e impotente diante desse cenário absurdo que há em nossa sociedade. Pessoas doentes da alma, do corpo e da mente que se sentem no “direito” de atingir a dignidade do outro. 

Se esse post chegar a algum de vocês, moradores da Casa 1 e toda comunidade LGBTs, quero pedir perdão! Perdão por esses indivíduos que estampam o nome de Cristo no peito mas que nunca O conheceram! Onde há qualquer tipo de violência não existe Deus.

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28 fatos sobre mim

Hoje vocês vão conhecer um pouquinho mais de mim. Queria ter feito isso através de um vídeo, mas… Ainda não cheguei nesse nível 🙈

✏1- Eu amo dormir e faço isso com muita facilidade a qualquer hora do dia se eu puder 😂

✏2- Minha cor preferida é o rosa ❤

✏3- Odeio grito e palavrão.

✏4- Em 2014 publiquei um livro, o “Minha Vida Contada em Poesia“, pela editora Multifoco.

✏5- Passei 8 meses pela transição capilar em 2016.

✏6- Morro de medo de agulha.

✏7- Meu sonho é ir para uma “praia” de água doce, quente e sem areia 😂😂😂

✏8- Não consumo açúcar refinado (nem qualquer outro) há mais de 15 anos… Tomo tudo natural, sem adoçante também (odeio).

✏9- Sou muito chorona, sério! Até com filme de comédia… Vai entender 😂

✏10- Nasci em agosto.

✏11- Meu paladar é bem infantil, tenho preguiça de mastigar… Amo carne moída com purê de batata ❤

✏12- Sou cristã.

✏13- Sou carioca da gema mas atualmente moro em Campos dos Goytacazes, interior do Rio.

✏14- Tenho o péssimo hábito de roer unhas.

✏15- Meu sonho era ter uma casinha de sapê no Havaí.

✏16- Odeio salto alto, mas sou apaixonada por sapatilhas.

✏17- Minha bebida preferida é água. Não gosto de café, nem chá, nem leite, refrigerante abaixa minha pressão e poucos sãos os sucos que bebo.

✏18- Amo programas de decoração, moda e surf.

✏19- Eu faço brigadeiros gourmet, mas não sou fã de doce, raramente eu como.

✏20- Se tenho algo que não uso por mais de 3 meses, eu jogo fora ou doo, tenho pavor de acumular coisas.

✏21- Meus utensílios de cozinha são todos rosas 😂

✏22- Nunca fui em uma academia.

✏23- Adoro bichos de pelúcia. Pois é, sem maturidade alguma!😂

✏24- Quer me chamar pra comer? Fast food!

✏25- Tenho dificuldade extrema para disfarçar, quando estou em uma situação que não me agrada, minha cara logo denuncia.

✏26- Não abro mão de agendas de papel, aliás sou viciada em todos os artigos de papelaria.

✏27- Não pode faltar na minha geladeira: Ketchup, tomate e queijo.

✏28- Tenho 28 anos.

 

 

 

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Afinal, o que esse tal de empoderamento feminino?

Afinal, o que é esse tal de empoderamento feminino?

Ontem, minha irmã pediu minha ajuda para desenvolver um trabalho de escola, cujo tema era o empoderamento feminino do Brasil. Antes ela tinha elaborado um texto, eu o analisei e cheguei a seguinte conclusão: nós mulheres precisamos conversar mais sobre isso!

Então vamos lá…

Você sabe o conceito de empoderamento? Empoderar é “dar poder”. Mas que “poder” é esse? Poder de posicionamento das mulheres em todos os campos sociais, políticos e econômicos. A luta pela representatividade é diária. Trata-se de uma consciência coletiva, expressada por ações que promovem o fortalecimento das mulheres e a equidade de gênero.

Segundo a ONU, Empoderar mulheres e promover a equidade de gênero em todas as atividades sociais e da economia são garantias para o efetivo fortalecimento das economias, o impulsionamento dos negócios, a melhoria da qualidade de vida de mulheres, homens e crianças, e para o desenvolvimento sustentável“, sendo assim, em 2010 foram estabelecidos alguns princípios de empoderamento das mulheres, vejamos:

🙋1- Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível.

🙋2- Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação.

🙋3- Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa.

🙋4- Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres.

🙋5- Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing.

🙋6- Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social.

🙋7- Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

Para saber se esses princípios vem sendo aplicados, basta você perguntar a 2 ou 3 amigas como é no trabalho dela… Infelizmente há empresas que sequer “ouviram falar” disso. Lamentável! 

As definições de empoderamento são inúmeras, mas na prática, como isso funciona? O empoderamento feminino “diz”: mulher você pode! Você é capaz. Sua saia curta não te faz culpada pelo estupro! Se você quiser ser bela, recatada e do lar, ok! Mas se discordar disso, ok também!

Bela ou não, quem define senão seu próprio eu?
Recatada ou extravagante, submissa ou insubordinada,
Do lar, do bar, workaholic ou à toa…
Deem paz às suas escolhas.

Estereótipos impostos como padrão pela mídia,
Um estilo de vida exaltado de forma machista!
Tudo bem se “ela” está de boa com isso…
Só não esperem que nós, aplaudamos isso.

Já diziam por aí…
Lugar de mulher é aonde ela quiser.
Concordo plenamente!

Não nos diga para ficar quietinha, fazer cara de boazinha e ser prendada na cozinha,
Jaz mulheres passivas,
Hoje temos uma consciência empoderada.

(Ananza Figueiredo)

 

Imagina uma corrente de mulheres de todos os biotipos, etnias, estilos, classes sociais, níveis de escolaridade, num mútuo respeito. Sororidade, para desconstruir uma cultura patriarcal onde afirma que as mulheres devem estar sempre competindo entre si, numa posição de rivais. Isso é empoderamento.

Tempos atrás eu pensava: “prefiro ser chefiada por homem do que por uma mulher. Mulher é cheia de frescuras, muda de humor várias vezes por dia, pode cismar comigo, é invejosa, vingativa…” Sinto até vergonha de confessar isso, mas era de fato o que eu pensava! Mas por quê? Foi o que ouvi durante anos… E provavelmente em algum momento da sua vida, também já deve ter tido esses pensamentos infelizes que silenciaram e barraram o empoderamento de muitas mulheres ao nosso redor.

Se fosse eu a me candidatar para um cargo de chefia? Conseguem compreender o abismo que inconscientemente muitas de nós criamos ao longo do tempo? A conscientização de que não somos inimigas é um processo longo!

O empoderamento promove a autoestima, a conscientização e força para lutar por igualdade de direitos, pela liberdade de ser ou não ser, de estar, de viver e trabalhar como e onde queira. Outra questão que muito observo e pouco vejo falarem:  a busca pelo conhecimento. No meu ponto de vista é o principal fator de empoderamento. Obviamente isso vale não só para as mulheres, mas para todos.

No entanto, dentro do contexto que está sendo exposto, uma mulher empoderada não é só aquela que como eu, assume seu cabelo crespo, sua real identidade, é também e principalmente, aquela que conhece seus direitos, seus deveres, seu papel social, seus valores e necessidades, que tem capacidade para falar de “igual para igual”. Digo isso pela nossa sociedade que ainda é majoricamente machista e dificulta ou veta a participação da mulher em vários seguimentos.

Mulher, não antene-se apenas no que está nas redes sociais, busque conhecimento em outras fontes. Volte a estudar e se ainda estuda, aprofunde-se. Sonhe e ouse, mas esteja preparada para qualquer que seja sua escolha.

Há inúmeros textos sobre empoderamento na internet, leiam! Sempre digo, não sou dona da verdade, essa é apenas a minha visão e minha vivência sobre o tema, não tive a intenção de esgotar o assunto. Mas com todo amor espero que vocês tenham compreendido o que é e qual a importância empoderamento feminino em nosso dia a dia.

Fiquem na paz.

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Quero publicar um livro! E agora?

Desde que publiquei oMinha Vida Contada em Poesiasempre me perguntam… “Como você fez?”, então aqui vão algumas dicas…

💡 POR ONDE COMEÇAR?

Escrevendo meu bem! Escreva, rabisque, até uma boa ideia aparecer.

💡 DIVULGUE!

Divulgue parte dos seus textos para amigos, família… Mas procure mostrar para pessoas sinceras, pois se o seu texto estiver sem nexo, confuso, chato, péssimo, você realmente vai saber!

💡 REVISE

Quantas vezes forem necessárias! E quando achar que está bom, REVISE mais uma vez!

Aqui é o momento mais IMPORTANTE (na minha opinião) para quem quer despertar o interesse de alguma editora. Se você não é um expert na língua portuguesa, tio “Google” e o querido “Word” estão aí pra te ajudar (PRA CARAMBA A BEÇA), então amores, nada de “concertezas”, nem “agente” (a não ser que você esteja escrevendo um conto policial), ok?

Bem… Em terra de “Whatsapp” e “Snapchat”, quem souber diferenciar “mas” de “mais”, está no lucro e tem grandes chances de ter seu original ACEITO!

💡 REGISTRE

Texto escrito (DIGITADO POR FAVOR) e devidamente revisado, hora de IMPRIMIR e registrar.
ONDE? BIBLIOTECA NACIONAL
http://www.bn.br/servico/direitos-autorais/registro-ou-averbacao

Acesse o link que lá tem todas as informações! O valor é R$ 20,00 (vinte reais).

💡 ENVIE SEU ORIGINAL

Depois de registrar sua obra, é hora de enviar o original! Aqui as palavras chaves são: BOM SENSO, PROFISSIONALISMO e CAPRICHO.

Estude e entenda seu público alvo e procure editoras que publiquem esse gênero. Se você escreve Poesias como eu, não adianta mandar seu original para uma editora que só publica ficção. PESQUISE!

Há editoras que recebem os originais através de documento em PDF, já outras somente pelos Correios. Porém, tanto num caso como no outro é necessário que o seu original seja enviado de forma mais caprichosa possível. Acompanhado de um breve resumo do conteúdo e um “micro” currículo, para que o editor saiba quem é você (nada de gaiatice, seja profissional!).

💡 ESPERE (NÃO SUFOCA)

Por fim, ore e ESPERE! Não fique ligando nem mandando e-mails para a editora, isso é queimação total de filme! Se tiver que acontecer, vai acontecer!!!

 MINHA EXPERIÊNCIA

Minha intenção inicial era pagar uma gráfica para produzir o livro e assim eu comercializar de forma independente. De tanto eu ler e ouvir o quão difícil era uma editora publicar um livro de um “desconhecido”, de cara já descartei essa possibilidade. Mas um dia resolvi “arriscar”, ora, não tinha coisa alguma a perder!
Segui os seis passos acima e… Quinze dias depois, recebo o seguinte e-mail:

Date: Thu, 27 Feb 2014 11:08:38
Subject: Editora Multifoco
“Cara Ananza,Seja bem vinda! A Multifoco aprovou seu original para publicação


Ahhhhhhhhhhhhhh!! Pensa na minha F-E-L-I-C-I-D-A-D-E!!! Só não pulei na hora porque estava no escritório :/ (mas lógico que fui pro banheiro fazer UhULLLLLL🙋) 

Por mais que meus textos fossem meus mimos, não imaginava que um dia escreveria um livro, muito menos que fosse publicado por uma editora sem eu pagar nadaaa!

🗣 CONCLUSÃO: Tudo tem seu tempo determinado debaixo do céu. Acredite em você e tenha fé em Deus! Ele sempre tem o melhor pra todos nós 💙 E se não aconteceu ainda, é porque não é a hora!

Espero que tenham gostado do post  Se caso ficar alguma dúvida ou quiserem saber mais sobre algum assunto específico, deixe aqui nos comentários que eu respondo tudo!

Beijos,
Fiquem na paz.

 

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